Integrantes do grupo:
Integrantes do grupo:
Douglas;
Gabriel Guilam;
Hugo;
Lucas Justo;
Matues Borges;
Ulysses;
Ygor Josias.
Douglas;
Gabriel Guilam;
Hugo;
Lucas Justo;
Matues Borges;
Ulysses;
Ygor Josias.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O projeto de vacinação da população carioca foi uma ótima ideia frente aos riscos de alastramento e a própria epidemia de varíola. A vacina popular foi, em seu sucesso, benéfico para a população na ajuda de contenção de tal doença, seu empecilho para o sucesso total foi a falta de conhecimento da população em reconhecer os benefícios oferecidos, e sucessivamente, a medida autoritária governamental em questão da obrigatoriedade da vacinação acarretou em grande revolta popular, cuja revolta não é justificável em comparação aos benefícios oferecidos pelo governo por meio da vacina.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A campanha de vacinação contra a varíola, ocorrida no Rio de Janeiro, foi algo necessário a se fazer; uma vez que nas periferias do Rio de Janeiro não havia saneamento basico e consequentemente uma ploriferação de doenças; atingindo não só a população das periferias mas também o centro da cidade do Rio de Janeiro, sendo assim o governo teve que tomar uma atitude radical frente à isso, criando uma campanha de vacinação na cidade para resolver o problema das doenças, por isso foi uma atitude benéfica para a populaçao, pois conseguiu cessar, futuramente, a varíola na cidade inteira.
REVOLTA DA VACINA
No inicio do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, como capital da República, tinha graves problemas urbanos: rede insuficiente de água e esgoto, coleta de resíduos precária e cortiços super povoados. Nesse ambiente proliferavam muitas doenças e grandes epidemias. Decidido a sanear e modernizar a cidade, o então presidente da República Rodrigues Alves deu plenos poderes ao prefeito Pereira Passos e ao médico Dr.Oswaldo Cruz para executarem um grande projeto sanitário. O prefeito pôs em prática uma ampla reforma urbana, que ficou conhecida como bota abaixo, em razão das demolições dos velhos prédios e cortiços, que deram lugar a grandes avenidas, edifícios e jardins.
A revolta popular
Para erradicar a varíola, o sanitarista convenceu o Congresso a aprovar a Lei da Vacina Obrigatória, que permitia que brigadas sanitárias, acompanhadas por policiais, entrassem nas casas para aplicar a vacina à força, pois naquele momento era preciso o uso da força.
A aprovação da Lei da Vacina foi o estopim da revolta, a oposição criava a Liga contra a VacinaObrigatória. A população exaltada depredou lojas, virou e incendiou bondes, fez barricadas, arrancou trilhos, quebrou
e atacou as forças da polícia. No dia 14, os cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha também se sublevaram contra as medidas baixadas pelo Governo Federal.
Uma manifestação tão má formulada não poderia ter outro desfecho se não: 50 mortos, 110 feridos, Centenas de pessoas foram presas e, muitas delas, deportadas para o Acre. por que a população partiu para uma revolta, ao invez de agir com lógica, e bom senso, fazendo uma manifestação pacifica. Houve um ato de rebeldia e de falta de controle, que se fosse bem formulada poderia ter sido evitado mortes e deportações.Mas o governo agiu racionalmente, suspendendo a obrigatoriedade da vacina e declarando estado de sítio. Ao reassumir o controle da situação, o processo de vacinação foi reiniciado, tendo a varíola, em pouco tempo, sido erradicada da capital.
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